Mostrando postagens com marcador selma felerico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador selma felerico. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de julho de 2019

O Futebol Brasileiro precisa rever seus torcedores

O texto abaixo deve ser lido e refletido por todos que 
gostam e investem em futebol. 
As duas ações ocorridas no final de semana
socialmente são inadmissíveis e 
em pleno século XXI . 
E as marcas patrocinadoras não devem estar expostas a 
esses escândalos . 
O anunciante não deve ser endossante
de torcedores descontentes e fanatismo questionável... 
se você gostou desse post e quiser conhecer mais sobre
 marketing esportivo entre em contato a 
Profa Dra Selma Felerico sfelerico@gmail.com


Por Alexandre Lozetti - JORNALISTA ESPORTIVA 

domingo, 16 de setembro de 2018

Naomi Osaka se torna a mulher mais bem paga da Adidas

Sabe aquela semana em que não tem como você não lembrar para o resto da vida? Aquela semana em que todos os sonhos se tornam realidade e nada, absolutamente nada, dá errado? Pois é. Esta foi a semana da tenista Naomi Osaka.
Após se tornar a primeira japonesa da história a vencer um Grand Slam ao sagrar-se campeã do US Open batendo ninguém menos do que Serena Williams no último sábado (8), a tenista começou a engatar vitórias fora da quadra.
Primeiro, na quinta-feira (13), tornou-se embaixadora da montadora japonesa Nissan. E nesta sexta-feira (14), entrou para a história de novo. A tenista refez seu acordo com a Adidas e, segundo o jornal americano New York Post, receberá US$ 10 milhões por ano a partir de janeiro, o que a transformará na mulher mais bem paga da marca alemã. O valor é US$ 3,5 milhões acima do que se especulava no início da semana (assista ao vídeo).
Para se ter uma ideia do que o título do US Open está fazendo com a carreira de Osaka, basta dizer que o atual acordo dela com a marca, assinado no início de 2015 e que vai expirar em 31 de dezembro deste ano, vale cerca de US$ 100 mil por ano.
Foto: Reprodução / Twitter (@Naomi_Osaka_)
Outra comparação pode ser feita com o maior astro do tênis masculino. Entre 2008 e 2018, Roger Federer recebeu exatamente US$ 10 milhões por ano da Nike. Apenas no início de julho deste ano, prestes a completar 37 anos de idade (o tenista fez aniversário em agosto), Federer mudou de patamar ao fechar com a japonesa Uniqlo por US$ 30 milhões por ano pelos próximos dez anos.
Ou seja, Federer passou a ganhar US$ 10 milhões anuais de uma marca de roupas esportivas quando tinha 26 anos, em março de 2008. Quatro anos antes disso, em fevereiro de 2004, o suíço já havia se tornado número 1 do mundo pela primeira vez.
Naomi Osaka, por sua vez, tem apenas 20 anos (completará 21 anos em outubro). Com o título em Nova York, subiu para a 7a posição no ranking. E já alcançou os US$ 10 milhões anuais recebidos de uma marca esportiva.
Para fechar as comparações, com os US$ 3,8 milhões que recebeu de prêmio pelo título mais o que já ganha com os atuais patrocinadores (além da Adidas, a atleta tem contrato com a Nissin, que produz macarrões instantâneos, a empresa de raquetes Yonex, a empresa de mídia Wowow e também com a fabricante de relógios Citizen, este fechado pouco antes da disputa do US Open), Osaka vai se encaixar na segunda posição entre as atletas mais bem pagas do mundo, de acordo com a última lista divulgada pela revista Forbes.
À frente da japonesa, estará apenas a mulher que estava do outro lado da rede no último sábado (8) em Nova York. Sim, Serena Williams, que já faturou mais de US$ 20 milhões em 2018. Mas será que a americana terá fôlego para segurar a sensação japonesa? Isso só o tempo poderá responder.
https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/naomi-osaka-se-torna-mulher-mais-bem-paga-da-adidas_35475.html

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Nova fase reforça soberania digital do Esporte Interativo

A migração do Esporte Interativo para o meio digital faz nascer, nesse ambiente, o maior canal específico de esporte na mídia brasileira e, ainda, dá nova força ao EI Plus, aplicativo com seis anos de história e que agora não precisará concorrer com a TV paga para buscar maior número de assinantes.
A aposta no meio digital sempre foi uma característica do Esporte Interativo antes de ser comprado pela Turner, em 2015. Até então, a empresa tinha uma estratégia agressiva de vender sua força dentro das redes sociais e a interatividade com o consumidor, por meio do EI Plus, como principais esforços de venda. Agora, a nova fase da empresa consolida esse status digital que sempre marcou o canal.
Foto: Reprodução / Esporte Interativo
“A decisão vai fortalecer nossas marcas e possibilitar uma melhor oferta de esportes em plataformas digitais e nossa relação direta com o consumidor de internet, impulsionado pelo engajamento do Esporte Interativo nesses meios. As audiências de esportes estão claramente migrando para essas plataformas, e a Turner está comprometida em liderar esta transformação no nosso mercado”, disse, em nota, Antonio Barreto, gerente geral da Turner Brasil, justificando o fim dos canais.
Logicamente que, por trás de todo esse movimento, existe a questão de rentabilidade da operação. Ao ser produtor de conteúdo apenas para o meio digital, o Esporte Interativo reduz consideravelmente o tamanho de sua equipe, o que torna a lucratividade de ações nesse ambiente muito maior do que anteriormente.
Além disso, o EI aposta na parceria com o Facebook. A empresa é quem vai exibir, no seu canal dentro da plataforma, um jogo por semana da Liga dos Campeões da Uefa. Isso deve ampliar mais a base de fãs, hoje em 16 milhões de pessoas.
https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/nova-fase-reforca-soberania-digital-do-esporte-interativo_35205.html

terça-feira, 3 de julho de 2018

Em expansão global, Uniqlo escala Roger Federer

Enquanto há copa na Russia o resto do mundo não para e os outros esportes continuam fechando contatos milionários com aletas/ celebridades maravilhosos.
veja a matéria publicida no site do meio e mensagem de 2 de julho de 2018. UM SITE ESPECIALIZADO EM  NOTÍCIAS DE PUBLICIDADE, MARKETING E MARKETING ESPORTIVO.
SE VOCÊ GOSTOU DESSA MATÉRIA E QUISER SABER MAIS SOBRE AÇÕES DE COMUNICAÇÃO E MARKETING ESPORTIVO ENTRE EM CONTATO COMA PROFA SELMA FELERICO. 
PÓS-DOUTORA EM COMUNICAÇÃO PELA ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - ECA- USP; DOUTORA E MESTRE EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA PELA PUC- SP; PROFESSORA DE MBA EM MARKETING E COMUNICAÇÃO DA ESPM desde 1987;  PROFESSORA DE GRADUAÇÃO NA  MACKENZIE , FAAP E CASPER LIBERO DESDE 2000.  e PUBLICITÁRIA DESDE OS ANOS 80. e apaixonada por futebol desde que nasceu. sfelerico@gmail.com 


Acordo com tenista seria de US$ 300 milhões por 10 anos (crédito: reprodução)
(*) Por Adrianne Pasquarelli, do AdAge
2 de julho de 2018 - 19h26

Marca japonesa substitui Nike como patrocinadora do tenista. Acordo é de US$ 300 milhões e tem validade de 10 anos, segundo ESPN

O tenista Roger Federer, oito vezes campeão no torneio de Wimbledon, separou-se da Nike. Ele surpreendeu muitos fãs quando entrou no campo inglês Centre Court, para uma partida na segunda-feira à tarde, trajando uniforme da marca japonesa Uniqlo, da Fast Retailing. O contrato de vestuário da estrela suíça com a empresa estadunidense, expirou em 1º de março
O reconhecimento do nome de Federer impulsiona os esforços de expansão global da Uniqlo, especialmente na Europa, onde a marca está abrindo novas lojas. A marca tem visto um forte crescimento em lugares como a China, que ajudou as vendas internacionais a liderarem a receita  por dois trimestres consecutivos. Mas a varejista pode enfrentar desafios em mercados onde rivais como Zara, da Inditex, e H&M, da Hennes & Mauritz, já estão estabelecidos.
“Nossa parceria será sobre inovação, dentro e fora da quadra”, disse Tadashi Yanai, presidente executivo da Fast Retailing, em comunicado. A Uniqlo não divulgou os termos ou duração de contrato, mas afirmou que Federer, que conquistou um recorde masculino de 20 títulos no Grand Slam, irá representar a marca em todos os torneios de tênis, ao longo do ano. A ESPN informou que o acordou garante, em dez anos, US$ 300 milhões a ele – um período que inclui sua aposentadoria no circuito.
O novo relacionamento dá à Uniqlo outra chance de explorar um dos maiores nome do tênis. A marca patrocinou Novak Djokovic, vencedor de 12 torneios de Grand Slam, por cinco anos – ele assinou com a Lacoste, da Maus Freres, no ano passado. A Uniqlo continua endossando Kei Nishikori, tenista japonês.
Federer, que completa 37 anos em agosto deste 2018, assinou seu primeiro contrato com a Nike em 1994. Ele continua a usar os tênis da marca, já que a Uniqlo não fabrica calçados esportivos. Nishikori também usa tênis da Nike – o profissional desvinculou-se da Adidas, no ano passado.
(*)Tradução: Victória Navarro
*Crédito da imagem no topo: Pixabay/Pexels

quarta-feira, 6 de junho de 2018

ESPECIAL | COMO O ESPORTE PODE DEFINIR O FUTURO DA TV PAGA

MATÉRIA PUBLICADA NO SITE MARKETING ESPORTIVO:
http://www.mktesportivo.com/2018/01/especial-como-o-esporte-pode-definir-o-futuro-da-tv-paga/


DANDO CONTINUIDADE AO POST ANTERIOR SOBRE AS NOVAS FORMAS DE VER AS TRANSMISSÕES ESPORTIVAS , MAIS INFORMAÇÕES, E NOVAMENTE A NECESSIDADE DE INTERAGIR COM ESSE TORCEDOR QUE HOJE É UM CONSUMIDOR VORAZ DE INFORMAÇÃO E QUER FALAR, POSTAR, COMPARTILHAR SUAS IMPRESSÕES SOBRE OS EVENTOS ESPORTIVOS... NÃO DEIXE ELE DE FORA, IMAGINANDO QUE O ESPETÁCULO É FEITO SOMENTE PELOS TIMES, ANUNCIANTES E PELOS JORNALISTAS ESPORTIVOS, AFINAL TODOS SOMOS OS ATORES EMOCIONALMENTE ENVOLVIDOS NO ESPORTE... NÃO ESQUEÇAM DO P DA PAIXÃO. 
É HORA DE REPENSAR SEUS PLANEJAMENTOS E SUAS AÇÕES DE COMUNICAÇÃO E MARKETING ESPORTIVO

PROFA SELMA FELERICO - PÓS- DOUTORA EM COMUNICAÇÃO PELA ECA- USP 
DOUTORA E MESTRE EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA PELA PUC-SP
PÓS-GRADUADA EM MARKETING PELA ESPM 
E PROFESSORA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING NOS CURSOS DE MBA, EXTENSÃO E FÉRIAS DA ESPM DESDE 1987. TAMBÉM FOI PROFESSORA DO MACKENZIE, CASPER LÍBERO E FAAP.  AUTORA DE LIVROS E ARTIGOS SOBRE CONSUMO, COMUNICAÇÃO E MARKETING. 
sfelerico@gmail.com
(11) 992214490 


Levantamento da PWC mostra a influência da entrega esportiva na permanência do serviço dentro dos lares
3 JAN, 2018 ESCRITO POR MKT ESPORTIVO

PricewaterhouseCoopers (PWC) apresentou recentemente um relatório que diz muito sobre o futuro da Tv paga e sua atual relação com plataformas de conteúdo sob-demanda, como é o caso da Netflix. Mais: como o fã de esporte poderá ser o divisor de águas sobre o futuro da Televisão como consumimos hoje.
De acordo com o estudo, o número de americanos que assinam TV a cabo e os que assinam a plataforma de streaming encontra-se praticamente igual: 73%. A diferença está que o número de assinantes da Netflix aumentou consideravelmente nos últimos anos, enquanto o da TV paga estagnou (em algumas faixas de idade, diminuiu). E onde entra o esporte neste cenário?
Entre os que se assumiram consumidores esportivos, 82% cancelariam suas assinaturas caso tivessem outras opções para assistirem transmissões de suas modalidades favoritas. Já 91% só estão ativos em seus planos de Tv a cabo pela possibilidade de assistir esportes ao vivo. Ou seja: sem ofertas de ligas e competições, cancelariam o serviço em seus lares. Se eles têm consciência dos novos tempos que vivemos? Absolutamente!
Para 90% dos entrevistados as opções para assistir esportes ao vivo se expandiram nos últimos anos. Mais da metade dos fãs de esportes (52%) assumiram que pagariam um valor mais elevado caso pudessem assistir streaming em mais dispositivos. O preço médio considerado ideal por eles seria de US$ 23 mensais.
Indo além da transmissão em si, 56% gostariam de ter acesso a mais conteúdos interativos, como estatísticas, entrevistas exclusivas e a possibilidade de interagir com outras pessoas enquanto assistem aos jogos. Neste caso, temos um ponto muito favorável para o crescimento das redes sociais dentro do esporte. Inúmeros são os casos que já apresentamos envolvendo Facebook, Amazon e Twitter.
Apesar de todo cenário favorável aos dispositivos e plataformas sociais, a Tv ainda mostra sua força no âmbito da publicidade por estar em um número maior de lares e ter grande abrangência no mercado. Segundo apurou a PWC, apenas 40% dos entrevistados acreditam que a publicidade em serviços de streaming é muito mais relevante do que em anúncios na TV.
Desta maneira, o investimento em propagandas na Tv segue com força e alcance entre a maioria da população. O que já era esperado. Para eles, entrando em dispositivos, as empresas devem ser “mais atraentes e relevantes“, algo que não ocorre hoje, já que, segundo eles, mostram “o mesmo comercial repetidamente“, o que as torna “irritantes“.
Para Tv, Netflix, Amazon, Twitter, Facebook e tantas outras, há um fator  inegável: a interação entre mídias é um ponto comum à todos os espectadores. Como levantado, 64% se comunicam com outras pessoas enquanto assistem algum programa usando uma segunda tela. Hoje, dentre as citadas, a Netflix tem ampla desvantagem, afinal, o fã de esporte necessita de conteúdos ao vivo.
Se a Tv paga deseja ter vida longa, a entrega deverá ser repensada. Se atualmente os principais grupos de mídia já lançaram suas plataformas de streaming, é fruto de uma clara transformação do mercado. O consumo na palma da mão cresce rapidamente e as principais redes sociais já se atentaram ao novo momento da indústria. O fã consome e interage. Assiste a uma partida e divulga uma postagem sobre isso. Ele deseja que este novo modelo esteja completamente inserido em seu consumo.
Se estão propensos a mudanças, a oferta esportiva pode migrar muito em breve. Sem mudanças, os meios, digamos, “tradicionais”, poderão sofrer um baque irreversível.


http://www.mktesportivo.com/2018/01/especial-como-o-esporte-pode-definir-o-futuro-da-tv-paga/


Nadia Nadim festeja um golo na final do Europeu 2017, que a Dinamarca perdeu frente à Holanda
 por 4-2
Excelente matéria (na íntegrada) publicada no síte Desporto Nacional sobre a Jogadora de Futebol Nadia Nadim e sua hisória de luta e superação!!! O importante de sua trajetória para nós brasileiros é que além de realizada no futebol, ela também preparou-se para uma segunda carreira quando abandonar os gramados. Algo muito distante da nossa realidade... mesmo no século XXI... 

https://www.dn.pt/desporto/interior/a-grande-viagem-de-nadia-nadim-a-malala-do-futebol-9415755.html

A jogadora dinamarquesa fugiu do terror talibã no Afeganistão aos 12 anos, com a mãe e quatro irmãs, e a sua história inspira comparações com a mais jovem Nobel da Paz.

Malala [Yousafzai] tornou-se símbolo de luta e esperança para as crianças e 
mulheres ameaçadas pelo fundamentalismo talibã no Paquistão e no Afeganistão. 
A história da mais jovem prémio Nobel da Paz de sempre (17 anos, em 2014) - 
a ativista paquistanesa baleada aos 12 anos pelos talibãs num autocarro escolar
 no vale do Swat - é fonte de inspiração e de empoderamento para milhares de 
jovens mulheres da região que partilham histórias de vida semelhantes.
Por isso, quando comparam a sua história com a de Malala, o rosto de Nadia 
Nadim abre-se num sorriso. Carregar o rótulo de "Malala do futebol" é 
uma distinção ainda mais honrosa do que qualquer vitória já obtida nos relvados 
por esta futebolista dinamarquesa de  origem afegã que brilha hoje em dia como
 uma das melhores futebolistas do mundo, figura da seleção da 
Dinamarca que chegou à final do último campeonato da 
Europa e uma das craques que compõem o plantel feminino do 
Manchester City, vice-campeão inglês.
Mas é uma comparação (com Malala) que faz justiça a quem se viu 
obrigada a fugir do País natal aos 12 anos, com a mãe e mais quatro irmãs, 
após os talibãs lhe terem assassinado o pai, um general do exército do 
Afeganistão, no ano 2000, muito antes da história de Malala despertar uma 
consciência global.
Debaixo de um regime aterrador, sem que Nadia ou as suas irmãs pudessem
 ir à escola nem que a mãe pudesse trabalhar, a matriarca, Hamida, pegou 
nas cinco filhas e arriscou uma longa e perigosa jornada até à Europa, 
com passaportes paquistaneses falsos. A viagem, que tinha Londres como 
destino final dos planos, acabou meses depois quando a família de Nadia e 
dezenas de outros viajantes clandestinos foram abandonados pelo caminho 
onde seguiam no meio de uma paisagem rural da Dinamarca.
Foi num campo de refugiados perto de Aalborg que Nadia Nadim exercitou pela
 primeira vez em público, aos 12 anos, o fascínio por uma bola de futebol
Como aquela que que o pai, um antigo jogador de hóquei da seleção afegã,
 lhe tinha oferecido, aos seis anos, mas que então só podia usar de forma 
clandestina no jardim de casa. "Ele adorava futebol e todos os desportos", 
relembrou Nadia, em declarações ao jornal Arab News. "
Acho que foram as circunstâncias que proporcionaram isto. 
Podemos chamar-lhe destino, se calhar. Deus quis que eu estivesse aqui e aqui 
estou eu. Aproveitei a minha oportunidade", 
conta, explicando que foi na Dinamarca que cresceu a sua obsessão pelo futebol. 
Foi essa a sua janela de oportunidade para a integração na comunidade local e
 Nadia agarrou-a com os dois pés.


Dos treinos no campo do Gug Boldklub, um clube local próximo do campo de 
refugiados onde passava os dias, até à estreia pela seleção principal dinamarquesa, aos 21 anos, 
tornando-se a primeira futebolista naturalizada (homem ou mulher) a vestir a
 camisa da Dinamarca, a ascensão de Nadia deu corpo a todos os sonhos que lhe 
pareciam vedados em Herat, a cidade afegã onde viveu os primeiros anos.
 Incluindo o de estudar cirurgia plástica e reconstrutiva, a que se dedicou em 
junto com  o futebol. Agora, aos 30 anos, com 75 internacionalizações e 
22 gols pela seleção principal dinamarquesa com a qual chegou à final do
 Europeu em 2017, um percurso profissional que já a levou a ser campeã
 nos Estados Unidos e agora a jogar no Manchester City, 
capaz de falar fluentemente nove línguas diferentes (dinamarquês, inglês, alemão, 
francês, persa, dari, urdu, hindi e árabe), Nadia Nadim sabe que a sua 
história é também um exemplo de esperança para milhares de raparigas. 
Uma mulher nascida no Afeganistão com sucesso internacional no desporto
 e uma futura carreira médica em perspetiva, depois de testemunhar 
toda uma série de atrocidades por que nenhuma criança deveria passar, 
é uma inspiração global. Tal como Malala.
https://www.dn.pt/desporto/interior/a-grande-viagem-de-nadia-nadim-a-malala-do-futebol-9415755.html

O Futebol Brasileiro precisa rever seus torcedores

O texto abaixo deve ser lido e refletido por todos que  gostam e  investem em futebol.  As duas ações ocorridas no final de ...