quarta-feira, 5 de abril de 2017

Botafogo usa Rio 2016 em tour por estádio Clube aproveita feitos de Usain Bolt em pista do Engenhão para anabolizar passeio por arena Por Adalberto Leister Filho - São Paulo (SP) em 5 de Abril de 2017 às 08:46 Tour conta com visão do campo das arquibancadas O Botafogo aproveitou os Jogos do Rio 2016 para lançar seu passeio pelo estádio Nilton Santos, o Engenhão. A iniciativa foi inaugurada nesta terça-feira (dia 4), aproveitando-se do fato de, além de ser palco para o futebol do clube, ter sido o local em que Usain Bolt aumentou sua legenda ao conquistar três ouros durante a Olimpíada carioca. Uma prévia do tour guiado foi feita na segunda-feira para imprensa e convidados e contou com a presença de ídolos do time, como o atacante Roberto Miranda, que defendeu a seleção brasileira na Copa de 1970, e de Wagner, André Silva e Jamir, que integraram o time campeão brasileiro em 1995. Entrada do estádio Nilton Santos, no Rio A partir de terça-feira, o passeio foi aberto a todos, com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada válida para crianças a partir de 6 anos, estudantes, sócios do clube, sócios-torcedores e pessoas acima de 60 anos). Na primeira semana, o Botafogo está fazendo promoção de meia-entrada para todos os visitantes. O tour funciona de terça a domingo, das 10h às 16h (última saída). Em dias de jogos, o passeio termina 4 horas antes do início da partida. A caminhada começa pelas estátuas dos ídolos Zagallo, Jairzinho, Garrincha e Nilton Santos, passa pela tribuna de honra, camarotes, vestiários, campo, pista de atletismo, sala de entrevistas e termina na loja oficial.


Tour conta com visão do campo das arquibancadas
O Botafogo aproveitou os Jogos do Rio 2016 para lançar seu passeio pelo estádio Nilton Santos, o Engenhão. A iniciativa foi inaugurada nesta terça-feira (dia 4), aproveitando-se do fato de, além de ser palco para o futebol do clube, ter sido o local em que Usain Bolt aumentou sua legenda ao conquistar três ouros durante a Olimpíada carioca.

Uma prévia do tour guiado foi feita na segunda-feira para imprensa e convidados e contou com a presença de ídolos do time, como o atacante Roberto Miranda, que defendeu a seleção brasileira na Copa de 1970, e de Wagner, André Silva e Jamir, que integraram o time campeão brasileiro em 1995.
Entrada do estádio Nilton Santos, no Rio
A partir de terça-feira, o passeio foi aberto a todos, com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada válida para crianças a partir de 6 anos, estudantes, sócios do clube, sócios-torcedores e pessoas acima de 60 anos). Na primeira semana, o Botafogo está fazendo promoção de meia-entrada para todos os visitantes.
O tour funciona de terça a domingo, das 10h às 16h (última saída). Em dias de jogos, o passeio termina 4 horas antes do início da partida.
A caminhada começa pelas estátuas dos ídolos Zagallo, Jairzinho, Garrincha e Nilton Santos, passa pela tribuna de honra, camarotes, vestiários, campo, pista de atletismo, sala de entrevistas e termina na loja oficial.
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/botafogo-usa-rio-2016-em-tour-por-estadio_32281.html
Festa de encerramento da Paralimpíada do Rio
A BSP (Business School São Paulo) promove nesta terça-feira (dia 4) a palestra “Paradesporto: oportunidade de negócios e patrocínio para as marcas”, com Rui Marques, profissional com grande experiência em operação e gerenciamento de programas e eventos esportivos de grande porte. O evento será realizado a partir das 19h30, no campus Vila Olímpia (Rua Quatá, 67, 1º andar, sala 117).
Para se inscrever para o evento, gratuito, acesse o link.
Rui Marques é formado em Esporte pela USP, e mestre em Gestão do Esporte. Foi gerente de competição do basquete em cadeira de rodas na Paralimpíada e gerente adjunto de basquete nas Olimpíadas do Rio 2016. Atuou também na CBBC (Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas) e no Comitê Organizador dos Jogos Parapan-Americanos do Rio 2007.
A palestra é mais um evento que integra o MBA in Sports Management da BSP, que está com as inscrições abertas até o dia 17 de março. O programa do curso foi desenvolvido pela Escuela Universitaria Real Madrid – Universidad Europea.
O curso é focado na gerência geral do marketing esportivo e abrange aspectos do marketing, finanças, operações e planejamento estratégico das empresas do segmento. Serão 360 horas de curso, supervisionado pela BSP e com a chancela do Real Madrid.
Um dos diferenciais do MBA é o módulo internacional na Espanha. Dessa maneira, o aluno pode ter contato com grandes cases reais, além de interagir com executivos do Real Madrid. 
fonte: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/mba-sports-management-tem-palestra-sobre-paradesporto_32270.html

Notícia Business School São Paulo 

Sem clubes, Puma investe em embaixadores e chuteiras

Jadson, último embaixador anunciado pela Puma no país
Sem nenhum contrato com clube brasileiro após a saída do Vitória, a Puma, terceira maior marca de material esportivo do mundo, irá focar, nesta temporada, nos jogadores que são embaixadores da marca.
A empresa alemã tem entre seus contratados ídolos como Moisés, um dos destaques do título do Palmeiras no Brasileirão 2016, Nenê, principal jogador do Vasco, e Jadson, que retornou ao Corinthians. Outros nomes conhecidos que estão sob contrato com a marca são Vítor Bueno (Santos) e Neílton (São Paulo).
“Começamos a priorizar a relação com atletas. Teremos o lançamento da nova chuteira no meio do ano, junto com a Copa das Confederações. Voltaremos aos clubes em um melhor momento”, afirmou Fabio Kadow, diretor de marketing da Puma Brasil, em entrevista à Máquina do Esporte.
O executivo se refere aos números inflados oferecidos pela Dryworld ao chegar ao país. Na ocasião, a empresa canadense tirou o Atlético-MG da Puma. No início de 2016, a Puma também perdeu o Botafogo, que assinou com a Topper, e o Paysandu, que optou por desenvolver marca própria.
Na semana passada, o golpe final: a empresa perdeu o Vitória, último clube com quem tinha contrato, que irá gerir a venda de camisas em conjunto com a Topper, sua nova fornecedora.
“Os clubes hoje estão implantando novos modelos de contrato, entrando mais no negócio. Porque os valores das luvas estavam fora da realidade. Então, a gente está esperando essa adaptação do mercado para entrar com um bom projeto. Não priorizamos quantidade e sim um trabalho de qualidade”, diz Kadow.
Mercado de chuteiras será um dos focos da Puma
Sem os clubes, a ideia neste ano é explorar ativos importantes da Puma: a boa percepção da marca entre o público brasileiro e crescer no mercado de chuteiras com o uso dos embaixadores nacionais da fábrica.
“Vamos valorizar uma linha que a gente em muito forte, com um histórico incrível, desde 1958. É uma área em que estamos ganhando mercado, com crescimento nas vendas”, afirma o executivo.
No exterior, o movimento da Puma tem sido na conquista de novas camisas. Recentemente, a empresa tirou a Adidas do Olympique de Marselha e a Kappa do Borussia Mönchengladbach.
“Também temos contrato com jogadores de nível global, como Griezmann [Atlético de Madrid], Giroud [Arsenal] e Fabregas [Chelsea]. O Griezmann foi inclusive artilheiro da Eurocpa [da França, no ano passado] e finalista do Bola de Ouro [junto com Cristiano Ronaldo e Messi]”, lembra o diretor de marketing.
Em nível global, a Puma anunciou no início do ano um crescimento de 10%. Nas Américas (incluído o Brasil) as vendas aumentaram 8,3%, atingindo um montante de € 1,3 bilhão.
fonte: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/sem-clubes-puma-investe-em-embaixadores-e-chuteiras_32277.html

Palmeiras inaugura 36ª loja oficial na zona Norte de SP

Unidade da Academia Store, loja oficial do Palmeiras
A Academia Store, rede de lojas oficiais do Palmeiras, inaugurou nesta terça-feira (dia 4), no Tietê Plaza Shopping a sua 36ª unidade.
A região é considerada estratégica pela Meltex Franchising, que administra o empreendimento. O local conta com cerca de 204 mil palmeirenses, além de estar relativamente próximo ao Allianz Parque e próximo a três rodovias que passam pela capital.
“É uma unidade próxima a grandes concentrações de torcedores do Palmeiras, próxima das regiões norte e oeste. Além disso, o local é próximo a bairros tradicionais”, destacou Márcio Bueno, gerente de marketing da Meltex.
As lojas oferecem mais de 500 itens oficiais do Palmeiras, desde chaveiros, roupas, vestuário, acessórios, bazar, cama, mesa, banho e presentes.
fonte: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/palmeiras-inaugura-36-loja-oficial-na-zona-norte-de-sp_32280.html

Corinthians escala ídolos Zé Maria e Geraldão em visita monitorada

Zé Maria e Geraldão participam de visita monitorada
Para festejar os 40 anos do título histórico do Campeonato Paulista de 1977, o Corinthians programou uma visita monitorada especial ao Parque São Jorge. O evento, marcado para este sábado (dia 8), terá a presença dos ídolos Zé Maria e Geraldão.
No tour, que será acompanhado por um guia, o torcedor irá conhecer a história do Corinthians e suas glórias. O passeio pelo clube terá duração de duas horas. A visita inclui passeio pela Fazendinha, pela Bica de São Jorge, o departamento de remo, a Capela de São Jorge, o ginásio poliesportivo, o parque aquático e, por fim, ao Memorial Corinthians, que conta com os troféus conquistados pelo time.
fonte: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/corinthians-escala-idolos-ze-maria-e-geraldao-em-visita-monitorada_32279.html

sexta-feira, 17 de março de 2017

Por que o clube de Bruno desdenha da fuga dos patrocinadores?

 Gustavo Franceschini Do UOL, em Varginha (MG) 16/03/201700h10 ... -
 

O Boa Esporte perdeu cinco patrocinadores desde que anunciou a contratação de Bruno. A debandada foi motivo de festa para quem se indignou com a contratação do goleiro, condenado em primeira instância a 22 anos de prisão no caso Eliza Samudio, mas a diretoria do clube fez pouco caso do assunto. Apoiados na verba que receberão pela participação na Série B, os cartolas dizem que o efeito negativo dos últimos dias não afetará o planejamento da equipe para 2017.
Há a expectativa de que novas empresas interessadas apareçam, mas esse nem é o fator principal para o desdém. A lógica é de que os valores perdidos não são tão relevantes no orçamento geral do clube, que depende fundamentalmente da verba de TV da Série B para sustentar seu planejamento.
"A gente espera até segunda anunciar um novo patrocinador. É a prova de que tem pessoas com sua filosofia de vida e outras que pensam como eu", disse Rone Moraes, presidente do clube, na última segunda, logo após apresentar Bruno à imprensa. Além de Kanxa, Gois&Silva, Nutrends, Cardiocenter e Magsul, a Prefeitura de Varginha também pode retirar o apoio nos próximos dias.
"Se a Prefeitura de Varginha não nos quiser aqui, vamos embora", disse o mesmo Rone em entrevista à Veja.com, na última segunda, repetindo uma frase que viria a proferir outras vezes longe das câmeras nos últimos dias. Fundado em Ituiutaba, o Boa ganhou o nome atual e mudou-se para Varginha em 2011 quando a Prefeitura da antiga sede alegou não poder bancar uma reforma no estádio. Agora, a mesma cidade pode servir como válvula de escape.
"O Fued [atual prefeito, eleito ano passado] fez uma campanha no sentido de terminar o estádio e trazer de volta o nosso querido Boa a Ituiutaba. Não foi uma promessa, pois depende de recurso federal, mas é sim um desejo. Independentemente do escândalo do Bruno, a volta do Ituiutaba Esporte seria uma questão de tempo. A história do Bruno causou um impacto muito negativo e pode, sim, acelerar o processo", disse Vicente de Paula, secretário de Obras da cidade, em entrevista ao site Hoje em Dia.
A postura de desdém tem se repetido em diferentes entrevistas desde que os rompimentos. Rone, Rildo e Roberto Moraes, os três irmãos que tocam o Boa, explicam que Nutrends, Cardiocenter e Magsul eram parceiros menores, que apenas forneciam serviços e produtos ao grupo. A situação é parecida com a Kanxa, fornecedora de material esportivo que não pagava nada ao Boa, apenas cedia os uniformes. A única "pagante" era a holding Gois&Silva, mas o valor não era fundamental no balanço da equipe.
Os rompimentos têm um efeito midiático e reforçam a indignação à contratação de Bruno, que foi solto porque o STF entendeu que ele estava em prisão preventiva sem "justa causa". Embora tenha sido condenado por um júri popular em 2013, ele apelou da decisão e deve, na visão do Supremo, aguardar o resultado do recurso em liberdade. Nesse vácuo, o Boa resolveu investir no jogador.
"[Nós rescindimos] primeiro porque o Bruno não cumpriu a pena dele. A pena dele é de mais de 22 anos e não foi concretizada. O desembargador de segunda instância já disse que ele vai ser julgado. Aí daqui a um mês ele volta para a prisão. É um marketing negativo o que estão fazendo. Não quero aparecer por aparecer. Nossa marca tem mais de 30 anos e temos de preservar nosso nome", disse Sergio Grer, diretor de marketing da Kanxa, em entrevista ao UOL Esporte.
Hoje o Boa se banca de vendas de jogadores e, principalmente, direitos de transmissão em competições como a Série B, que a princípio não devem ser afetados pela chegada de Bruno. A outra parceria importante é com a Prefeitura de Varginha, que paga o estádio, o CT, dois imóveis e mais uma verba mensal de cerca de R$ 30 mil para o clube, por força de lei, desde que eles se mudaram de Ituiutaba para Varginha em 2011.
"Vamos ter uma reunião lá na Prefeitura com os representantes do Executivo para decidir sobre essa questão", disse Zilda Silva, vereadora de Varginha pelo PSDB que também se diz contrária à contratação de Bruno.
Curiosamente, a maioria dos patrocinadores que romperam com o clube não escaparam da associação com Bruno. Na apresentação do goleiro, Gois&Silva, Nutrends e Kanxa estampavam a camisa que ele vestiu. A fornecedora de material esportivo do clube, que ainda negocia a rescisão unilateral com o Boa, prevê que isso dure por mais um tempo.
"A gente vai fazer o quê? Vou lá tirar à força? Se ele quiser continuar usando eu não tenho o que fazer, a não ser que eu entre na Justiça. Eu acho que ele vai usar até conseguir uma marca nova", disse Sergio Grer.

Como Varginha recebeu o goleiro Bruno?

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/03/16/como-varginha-recebeu-o-goleiro-bruno-o-uol-esporte-conta.htm

Como Varginha recebeu o goleiro Bruno? O UOL Esporte conta
Comentários 90

Gustavo Franceschini
Do UOL, em São Paulo
1,
Em um intervalo de horas, a cidade do famoso ET virou manchete nacional: Bruno, condenado pelo assassinato cruel da ex-amante, estava chegando ao time da cidade. Varginha e seus 130 mil habitantes se dividiram, polemizaram e receberam o goleiro e a imprensa de forma heterogênea. Após dois dias na cidade, é isso que o UOL Esporte tenta mostrar a seguir:

Ressocialização x Impunidade

O debate na vida real de Varginha é o mesmo que se trava nas redes sociais. Pode Bruno, condenado a mais de 22 anos de prisão pelo assassinato de Eliza Samudio, voltar a jogar em um time de Série B? Com visibilidade e impacto social sem nem ter cumprido um terço da pena que lhe foi importa?
"Ele tinha de estar cumprindo a pena dele. Não vai ser um bom exemplo para a cidade também. Varginha tinha de procurar coisa melhor. Ele não se demonstra nem arrependido. Para a pessoa estar ressocializando tem de demonstrar pelo menos arrependimento", disse Rosemeire de Fátima, funcionária pública. Embora tenha sido condenado por um júri popular, o goleiro recorreu da decisão e o STF entendeu que ele deve aguardar a apreciação da apelação em liberdade.
Quem diz que sim argumenta que se a Justiça liberou Bruno, por que ele não poderia exercer sua profissão? "Todo mundo merece uma segunda chance" parece ser o grito uníssono dos que não veem em Bruno uma ameaça ou problema. "A gente não tem condição de julgar. O juiz liberou ele. Se ele ficar à toa talvez até volte a cometer outros crimes. Ele tem de trabalhar, ganhar dinheiro. Os torcedores do Boa são todos a favor", disse Itamar Estevão, aposentado.

Quero minha selfie com um famoso

Bruno, seu estafe e os dirigentes do Boa tentaram, desde o começo da semana, ignorar o caso de Eliza Samudio. Fugiram de perguntas sobre o processo e se esforçaram em apresentar o goleiro como um jogador qualquer que volta aos gramados após um período de inatividade – quase sete anos de prisão, no caso.
Quem se aproximou do Boa na condição de fã ajudou a corroborar a visão. Em todos os treinos de Bruno no estádio Rubro-Negro, CT do clube, cerca de 15 fãs compareceram para tietar. Os grupos variavam entre aqueles que de fato defendiam o goleiro e quem só queria um registro com um famoso.
"Tira um selfie comigo, Bruno?", era a frase repetida por famílias completas, com mulheres e crianças. Adolescentes tentavam espiar os treinos físicos de Bruno, senhoras de idade davam abraços como se confraternizassem com um netinho e homens adultos, não raro flamenguistas que já idolatraram o goleiro, falavam de como ele voltaria a se destacar no futebol.

Maioria contra? Pode ser, mas silenciosa

Fora da área de influência direta do Boa, era mais fácil encontrar quem visse na contratação de Bruno uma novidade absurda. No centro da cidade, as opiniões de indignação eram até mais comuns que as de apoio.
"Toda pessoa que você fala acha um absurdo. Onde está a coitada da Elisa? O Boa é sem vergonha", disse Ivone Borges, do lar. "Com certeza [a cidade] está contra. Está contra porque o crime que ele fez não foi matar um pernilongo. Ele matou a menina, não falou nada, não pagou pelo que ele fez", disse o vigilante Alex Dias.
O problema é que quem torceu o nariz, não raro o fez em silêncio. A suposta minoria que apoiou Bruno se aproximou do goleiro, encontrou a imprensa que foi até Varginha especialmente por conta do caso e ganhou mais espaço. "Ninguém aguenta ver mais a minha cara na TV', disse Elizabete Batista, aposentada que fez questão de aparecer em seguidas entrevistas defendendo, sorridente, a chegada de Bruno ao Boa.

O Futebol Brasileiro precisa rever seus torcedores

O texto abaixo deve ser lido e refletido por todos que  gostam e  investem em futebol.  As duas ações ocorridas no final de ...